Melhor Deixar as Crianças Passarem Fome do Que Aceitar Ajuda de Ezidis
Um vídeo viral mostra uma mulher muçulmana recusando comida, brinquedos e doces oferecidos por mulheres Ezidis, expondo a persistência da discriminação anti-Ezidi. Até atos básicos de bondade são rejeitados devido ao preconceito secular contra os Ezidis, seguidores de Sharfadin. As imagens destacam como a marginalização histórica — desde os massacres de 1915 até o genocídio de 2014 — continua a moldar as interações sociais, mostrando que o sentimento anti-Ezidi permanece normalizado na vida cotidiana.